Após trabalhar em treinamentos na área de telecomunicações, a mesma pergunta soa para mim todos os dias: como oferecer atualização contínua à força de vendas, num curto espaço de tempo?
Todos sabemos que a palavra “vendas” está atrelada à palavra “concorrência” e, juntando as duas, a única coisa que não se pode perder é “tempo”.
A todo tempo, a concorrencia lança produtos e soluçoes novos, assim como a própria empresa do treinando. Isso gera uma grande demanda de treinamentos com uma carga horária reduzida, pois há de se treinar várias turmas, simultaneamente, em muitas localidades. A relação Demanda X Espaço X Tempo é humanamente impossível de se resolver e, para isso, temos o total apoio da tecnologia! :D
A necessidade da Força de Vendas (FV) consiste em melhorar sua performance profissional, conhecendo mais especificamente os produtos e soluções que vende diariamente, argumentando mais e atendendo melhor o cliente. receber um treinamento especialmente planejado com metodologias, modalidades de ensino e estratégias pedagógicas mescladas e, sobretudo, uma avaliação que englobasse todo esse planejamento e produzisse um resultado unificado ao final. Digo unificado não no sentido de simplicidade de informações, mas sim na presença de diversas variáveis num mesmo documento que apontem o real resultado.
Numa possivel adequação de estratégias, os instrutores são de suma importância para o sucesso da proposta, pois convivem e conhecem a realidade dos vendedores, podendo incentivá-los a aderir com maior facilidade e, também, ajudando os analistas e especialistas a propor da melhor forma essas estratégias. Além disso, os instrutores precisam saber utilizar ou manusear as tecnologias e os materiais didáticos novos.
Muitos materiais didáticos podem e devem ser aproveitados, com a ressalva de adaptação de acordo com o objetivo e estratégia.
A resposta para a pergunta inicial é: temos que sair da nossa “zona de conforto” e ousar mais na área se treinamento, pois a inovação é o primeiro passo para a evolução de toda e qualquer empresa!
Segunda-feira, 13 de Abril de 2009
Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009
O Pedagogo, as Modalidades de Ensino e o Mercado Corporativo
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Ao conversar com pessoas que estão à parte do mundo de treinamento e da educação andragógica, é comum ouvir a pergunta: “o que um pedagogo faz numa empresa?”. Isso é tão comum que já até me acostumei a responder!
O pedagogo atua em duas modalidades de ensino, presencial e a distância, tanto em ambientes escolares quanto não escolares. Trazendo essa simples realidade para o complexo mundo corporativo, esse profissional tem sido bastante cogitado para cargos de Analista de Treinamento, Analista de Treinamento e Desenvolvimento, Especialista em Didática, Coordenador Pedagógico, Designer Instrucional, Tutor, dentre inúmeros outros.
Em janeiro deste ano, fiz algumas entrevistas de emprego aqui em São Paulo, Capital, para trabalhar em ambas modalidades e percebi que para a área de treinamento presencial há muitos profissionais competentes e especializados, geralmente, em Gestão de Pessoas ou Pedagogia Empresarial.
Além do amplo conhecimento adquirido, os pedagogos também se deparam com profissionais formados em diversos cursos para os cargos da área de treinamento, como administradores, psicólogos e licenciados em letras, em sua maioria. Mas, na área do conhecimento, acredito que os pedagogos têm preferência.
Com tantos profissionais se especializando e adquirindo maior experiência na modalidade de treinamento presencial, a educação a distância carece de profissionais experientes. Com absoluta certeza, já há muitos bons e “conhecedores” profissionais no mercado, porém esta modalidade cresce exponencialmente e os profissionais, ainda, não acompanham este crescimento.
Numa das entrevistas para o cargo de Designer Instrucional, ouvi do coordenador da área: Um Designer Instrucional não fica desempregado, pois há tão poucos no mercado que as empresas fazem ofertas melhores. Eu concordo com a colocação e acrescento que quanto antes o profissional se especializar e adquirir experiência em uma ou mais empresas, melhor! E melhor ainda, eu diria por experiência própria, é trabalhar no ramo de Consultoria, no qual se atende diferentes realidades de diversas corporações, possibilitando uma visão mais global do mercado e estreitando as relações interpessoais, habilidade essencial no treinamento.
Ser designer instrucional, para mim, é a possibilidade de fluir a criatividade em parceria com diversos profissionais (gestores, designers gráficos, ilustradores, programadores, outros designers instrucionais, etc) em prol da facilitação da aprendizagem, utilizando e inovando as metodologias e propondo novos instrumentos pedagógicos para o mundo digital.
E a pergunta que não quer calar: “A EAD nasce para substituir o ensino presencial?”
Acredito que utilizar as duas modalidades de forma integrada e complementar, de acordo com cada particular necessidade, caracteriza-se como uma mudança cultural difícil, mas não impossível de ser alcançada!
O pedagogo atua em duas modalidades de ensino, presencial e a distância, tanto em ambientes escolares quanto não escolares. Trazendo essa simples realidade para o complexo mundo corporativo, esse profissional tem sido bastante cogitado para cargos de Analista de Treinamento, Analista de Treinamento e Desenvolvimento, Especialista em Didática, Coordenador Pedagógico, Designer Instrucional, Tutor, dentre inúmeros outros.
Em janeiro deste ano, fiz algumas entrevistas de emprego aqui em São Paulo, Capital, para trabalhar em ambas modalidades e percebi que para a área de treinamento presencial há muitos profissionais competentes e especializados, geralmente, em Gestão de Pessoas ou Pedagogia Empresarial.
Além do amplo conhecimento adquirido, os pedagogos também se deparam com profissionais formados em diversos cursos para os cargos da área de treinamento, como administradores, psicólogos e licenciados em letras, em sua maioria. Mas, na área do conhecimento, acredito que os pedagogos têm preferência.
Com tantos profissionais se especializando e adquirindo maior experiência na modalidade de treinamento presencial, a educação a distância carece de profissionais experientes. Com absoluta certeza, já há muitos bons e “conhecedores” profissionais no mercado, porém esta modalidade cresce exponencialmente e os profissionais, ainda, não acompanham este crescimento.
Numa das entrevistas para o cargo de Designer Instrucional, ouvi do coordenador da área: Um Designer Instrucional não fica desempregado, pois há tão poucos no mercado que as empresas fazem ofertas melhores. Eu concordo com a colocação e acrescento que quanto antes o profissional se especializar e adquirir experiência em uma ou mais empresas, melhor! E melhor ainda, eu diria por experiência própria, é trabalhar no ramo de Consultoria, no qual se atende diferentes realidades de diversas corporações, possibilitando uma visão mais global do mercado e estreitando as relações interpessoais, habilidade essencial no treinamento.
Ser designer instrucional, para mim, é a possibilidade de fluir a criatividade em parceria com diversos profissionais (gestores, designers gráficos, ilustradores, programadores, outros designers instrucionais, etc) em prol da facilitação da aprendizagem, utilizando e inovando as metodologias e propondo novos instrumentos pedagógicos para o mundo digital.
E a pergunta que não quer calar: “A EAD nasce para substituir o ensino presencial?”
Acredito que utilizar as duas modalidades de forma integrada e complementar, de acordo com cada particular necessidade, caracteriza-se como uma mudança cultural difícil, mas não impossível de ser alcançada!
Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009
Desenvolver-se para Desenvolver!
É, de certa forma, intrigante pensar que não atualizo este blog há quase 10 meses. Então estou aqui para dividir uma experiência na área de treinamento que não é vista e nem contada, é simplesmente sentida!
O ano de 2008 foi marcado por uma série de acontecimentos e grandes mudanças na minha vida... mudei de cidade, Estado, estado civil, emprego, função e, profissionalmente falando, hoje vejo que a principal mudança foi quanto aos colegas de trabalho.
Você pode estar se perguntando... mas com tantas mudanças, por que ressaltar, como principal, os colegas de trabalho?
Bem, eu penso que a aprendizagem para a vida profissional acontece de duas maneiras: quando eu quero e quando outros se dispõem a me ajudar. E querer é muito fácil, pois depende só da gente! A parte difícil é encontrar pessoas que tenham plena consciência de que o desenvolvimento delas depende do seu. Complicado? Na verdade, é bem simples, pois tudo isso pode ser resumido na palavra EQUIPE!
E sim, eu posso dizer que trabalhei com uma grande equipe no ano de 2008. Pessoas que sem dúvida fizeram todo o trabalho acontecer da melhor forma possível! Cada um com seu jeito e competências diferentes, mostrou-me que antes de promover treinamentos para desenvolver pessoas, é necessário ter uma visão 360º da riqueza intelectual das pessoas que te cercam.
É necessário compartilhar Minhas idéias para que as NOSSAS idéias sejam melhores!
É necessário oferecer e pedir ajuda quando há excesso de demandas!
É necessário virar a noite trabalhando para descobrir que alguns colegas são simplesmente indispensáveis!
É necessário sentir aquele frio na barriga antes de um alinhamento com instrutores ou mesmo uma reunião com o cliente pra ouvir alguém te dizendo que acredita na sua competência.
É necessário reinventar dinâmicas e formas de expor o conteúdo para descobrir como é divertido fazer o que se gosta.
É necessário almoçar com a equipe para descontrair e desestressar.
E infelizmente é necessário receber a notícia de que acabou o contrato com o nosso Projeto para valorizar ainda mais a companhia dessas pessoas que, enquanto eu escrevo este Post, combinam vários encontros para se despedir!
Então aqui vai uma dica: desfrute mais e melhor da companhia dos seus colegas de trabalho, pois eles passam a maior parte do seu tempo com você. Mais do que isso, aprenda com eles e ensine-os o que sabe, pois nada é mais gratificante do que sentir-se útil para ensinar e determinado para aprender! E esse é o real sentido da Educação e, conseqüentemente, do Treinamento que desenvolvemos!
...espero que esta história não tenha um ponto final, e neste caso as reticências são as mais recomendadas para o “fim” do texto...
O ano de 2008 foi marcado por uma série de acontecimentos e grandes mudanças na minha vida... mudei de cidade, Estado, estado civil, emprego, função e, profissionalmente falando, hoje vejo que a principal mudança foi quanto aos colegas de trabalho.
Você pode estar se perguntando... mas com tantas mudanças, por que ressaltar, como principal, os colegas de trabalho?
Bem, eu penso que a aprendizagem para a vida profissional acontece de duas maneiras: quando eu quero e quando outros se dispõem a me ajudar. E querer é muito fácil, pois depende só da gente! A parte difícil é encontrar pessoas que tenham plena consciência de que o desenvolvimento delas depende do seu. Complicado? Na verdade, é bem simples, pois tudo isso pode ser resumido na palavra EQUIPE!
E sim, eu posso dizer que trabalhei com uma grande equipe no ano de 2008. Pessoas que sem dúvida fizeram todo o trabalho acontecer da melhor forma possível! Cada um com seu jeito e competências diferentes, mostrou-me que antes de promover treinamentos para desenvolver pessoas, é necessário ter uma visão 360º da riqueza intelectual das pessoas que te cercam.
É necessário compartilhar Minhas idéias para que as NOSSAS idéias sejam melhores!
É necessário oferecer e pedir ajuda quando há excesso de demandas!
É necessário virar a noite trabalhando para descobrir que alguns colegas são simplesmente indispensáveis!
É necessário sentir aquele frio na barriga antes de um alinhamento com instrutores ou mesmo uma reunião com o cliente pra ouvir alguém te dizendo que acredita na sua competência.
É necessário reinventar dinâmicas e formas de expor o conteúdo para descobrir como é divertido fazer o que se gosta.
É necessário almoçar com a equipe para descontrair e desestressar.
E infelizmente é necessário receber a notícia de que acabou o contrato com o nosso Projeto para valorizar ainda mais a companhia dessas pessoas que, enquanto eu escrevo este Post, combinam vários encontros para se despedir!
Então aqui vai uma dica: desfrute mais e melhor da companhia dos seus colegas de trabalho, pois eles passam a maior parte do seu tempo com você. Mais do que isso, aprenda com eles e ensine-os o que sabe, pois nada é mais gratificante do que sentir-se útil para ensinar e determinado para aprender! E esse é o real sentido da Educação e, conseqüentemente, do Treinamento que desenvolvemos!
...espero que esta história não tenha um ponto final, e neste caso as reticências são as mais recomendadas para o “fim” do texto...
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